terça-feira, 20 de agosto de 2013

A verdade e fugas psicológicas

Olá queridos amigos de ideal!
Hoje postamos um trecho do livro "Conflitos Existenciais" pelo Espírito Joanna de Ângelis, médium Divaldo P. Franco. O trecho foi retirado do capítulo 1: Fugas Psicológicas.
Fica a dica para uma ótima leitura!

"Na vida infantil, porque não compreendendo a gravidade dos atos, a criança escapa da responsabilidade apelando para a mentira, fruto natural da sua imaginação criadora, que bem orientada encontrará o correto caminho para dar largas ao seu campo de inspiração e de ação, sem esquecimento da verdade. Na entanto, em razão da falta de orientação no lar, que procura castigar o mentiroso, em si mesmo vítima de insegurança e inquietação emocional, não elucidando-o quanto à maneira que deve conduzir-se, o ser cresce fisicamente, mantendo-se, porém, no estágio de infância psicológica, o que é muito lamentável.
Não poucas vezes, diante dos grandes desafios para o quais o indivíduo não se sente equipado, por lhe faltarem os recursos hábeis para os arrostar, foge para atitudes levianas e irresponsáveis como se estivesse agindo de forma correta.
Mais grave torna-se o fenômeno, e a necessidade da evasão faz-se mais premente, levando-o a um estágio de esquecimento dos compromissos difíceis, dando a impressão de conduta incompatível com a dignidade e o bom-tom."

Abraços!
Equipe DIJ-FEC


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Projeto Estreitando Laços - 6ª URE

É com muita alegria que divulgamos o próximo encontro do Projeto Estreitando Laços da Federação Espírita Catarinense!
Ocorrerá no dia 18 de agosto, em Joinville! Segue cartaz de divulgação:


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Evangelização para Bebês em Florianópolis


Com muita alegria convidamos a todos para mais este momento de aprendizado.

Sheila Passos e Daniela Tonidandel estarão, nos dias 07 e 08 de Setembro, em Florianópolis compartilhando saberes e experiências sobre a evangelização de bebês.

Maiores informações em www.evangelizefloripa.blogspot.com

Vagas limitadas!!!

Contamos com a participação de vocês

Abraços fraternos,

Adolfo Oblonczyc e Crisanto Soares
Departamento de Família, Infância e Juventude
1a e 14a UREs
Contatos:
- Adolfo: adolfo.oblonczyk@gmail.com
- Crisanto: csr@univali.br

domingo, 30 de junho de 2013

Pestalozzi, o teórico que incorporou o afeto à sala de aula

PESTALOZZI, O TEÓRICO QUE INCORPOROU O AFETO À SALA DE AULA
Para o educador suíço, os sentimentos tinham o poder de despertar o processo de aprendizagem autônoma na criança

Para a mentalidade contemporânea, amor talvez não seja a primeira palavra que venha à cabeça quando se fala em ciência, método ou teoria. Mas o afeto teve papel central na obra de pensadores que lançaram os fundamentos da pedagogia moderna. Nenhum deles deu mais importância ao amor, em particular ao amor materno, do que o suíço Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827). 

Antecipando concepções do movimento da Escola Nova, que só surgiria na virada do século 19 para o 20, Pestalozzi afirmava que a função principal do ensino é levar as crianças a desenvolver suas habilidades naturais e inatas. "Segundo ele, o amor deflagra o processo de auto-educação", diz a escritora Dora Incontri, uma das poucas estudiosas de Pestalozzi no Brasil.
A escola idealizada por Pestalozzi deveria ser não só uma extensão do lar como inspirar-se no ambiente familiar, para oferecer uma atmosfera de segurança e afeto. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, o pensador suíço não concordava totalmente com o elogio da razão humana. Para ele, só o amor tinha força salvadora, capaz de levar o homem à plena realização moral - isto é, encontrar conscientemente, dentro de si, a essência divina que lhe dá liberdade. "Pestalozzi chega ao ponto de afirmar que a religiosidade humana nasce da relação afetiva da criança com a mãe, por meio da sensação de providência", diz Dora Incontri.

Inspiração na natureza
A vida e obra de Pestalozzi estão intimamente ligadas à religião. Cristão devoto e seguidor do protestantismo, ele se preparou para o sacerdócio, mas abandonou a idéia em favor da necessidade de viver junto da natureza e de experimentar suas idéias a respeito da educação. Seu pensamento permaneceu impregnado da crença na manifestação da divindade no ser humano e na caridade, que ele praticou principalmente em favor dos pobres.

A criança, na visão de Pestalozzi, se desenvolve de dentro para fora - idéia oposta à concepção de que a função do ensino é preenchê-la de informação. Para o pensador suíço, um dos cuidados principais do professor deveria ser respeitar os estágios de desenvolvimento pelos quais a criança passa. Dar atenção à sua evolução, às suas aptidões e necessidades, de acordo com as diferentes idades, era, para Pestalozzi, parte de uma missão maior do educador, a de saber ler e imitar a natureza - em que o método pedagógico deveria se inspirar.

Sem notas, castigos ou prêmios
Ao contrário de Rousseau, cuja teoria é idealizada, Pestalozzi, segundo a educadora Dora Incontri, "experimentava sua teoria e tirava a teoria da prática", nas várias escolas que criou. Pestalozzi aplicou em classe seu princípio da educação integral - isto é, não limitada à absorção de informações. Segundo ele, o processo educativo deveria englobar três dimensões humanas, identificadas com a cabeça, a mão e o coração. O objetivo final do aprendizado deveria ser uma formação também tripla: intelectual, física e moral. E o método de estudo deveria reduzir-se a seus três elementos mais simples: som, forma e número. Só depois da percepção viria a linguagem. Com os instrumentos adquiridos desse modo, o estudante teria condições de encontrar em si mesmo liberdade e autonomia moral. Como alcançar esse objetivo dependia de uma trajetória íntima, Pestalozzi não acreditava em julgamento externo. Por isso, em suas escolas não havia notas ou provas, castigos ou recompensas, numa époc a em que chic otear os alunos er a comum. "A disciplina exterior, na escola de Pestalozzi, era substituída pelo cultivo da disciplina interior, essencial à moral protestante", diz Alessandra Arce.

Bondade potencial
Tanto a defesa de uma volta à natureza quanto a construção de novos conceitos de criança, família e instrução a que Pestalozzi se dedicou devem muito a sua leitura do filósofo franco-suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), nome central do pensamento iluminista. Ambos consideravam o ser humano de seu tempo excessivamente cerceado por convenções sociais e influências do meio, distanciado de sua índole original - que seria essencialmente boa para Rousseau e potencialmente fértil, mas egoísta e submissa aos sentidos, para Pestalozzi.
"A criança, na concepção de Pestalozzi, era um ser puro, bom em sua essência e possuidor de uma natureza divina que deveria ser cultivada e descoberta para atingir a plenitude", diz Alessandra Arce, professora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto. O pensador suíço costumava comparar o ofício do professor ao do jardineiro, que devia providenciar as melhores condições externas para que as plantas seguissem seu desenvolvimento natural. Ele gostava de lembrar que a semente traz em si o "projeto" da árvore toda. 
Desse modo, o aprendizado seria, em grande parte, conduzido pelo próprio aluno, com base na experimentação prática e na vivência intelectual, sensorial e emocional do conhecimento. É a idéia do "aprender fazendo", amplamente incorporada pela maioria das escolas pedagógicas posteriores a Pestalozzi. O método deveria partir do conhecido para o novo e do concreto para o abstrato, com ênfase na ação e na percepção dos objetos, mais do que nas palavras. O que importava não era tanto o conteúdo, mas o desenvolvimento das habilidades e dos valores.


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Animais com caixa de ovos

Boa tarde!

Uma dica super legal para trabalhar com crianças: utilizar caixas de ovos.
Aproveite esta ideia e contribua com o meio ambiente reutilizando materiais!

Abraços fraternos,
Ágatha!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Pedagogia do Amor

Olá amigos!

Assista ao Seminário: A Pedagogia do Amor, com enfoque em Eurípedes Barsanulfo ministrado pela querida amiga Elaine Lopes, de Santos/SP.

Abraços fraternos!
Equipe DIJ-FEC

terça-feira, 18 de junho de 2013

Enquete FEB: Jovens e Evangelizadores

O Departamento de Infância e Juventude da FEB (Federação Espírita Brasileira) organizou uma Comissão com o objetivo de analisar e organizar subsídios e orientações à ação evangelizadora espírita infantojuvenil, priorizando-se o foco, em 2013, na JUVENTUDE.

Para esta realização solicitamos aos jovens e evangelizadores de nosso querido Estado para preencherem as enquetes e assim auxiliarem no desenvolvimento destes subsídios.

Segue links: